Marcadores: Dose pra mamute, Educação, Mídia, Politics, Violência
segunda-feira, junho 15, 2009
segunda-feira, abril 20, 2009
Marcadores: Dose pra mamute, Football
terça-feira, abril 07, 2009

MURRAY EM PORTO ALEGRE
Não tenho nada contra que os liberais [econômicos] se encontrem e falem o que quiserem. Mas me irrita o despudor e a cara-de-pau de alguns. Me irrita o viés teológico que repete "a solução é acreditar na nossa religião. Se está uma desgraça, é porque Deus assim quis, só nos resta obedecer, dias melhores virão". O mito do mercado é uma secularização desse princípio religioso.Porto Alegre é demais. Não vive sem um bom anacronismo. Já teve o seu tempo de Fórum Social Mundial. Quem não se lembra de todos aqueles bichos-grilos dizendo que outro mundo era possível? Quem não se lembra, sobretudo, do sarcasmo dos modernos neoliberais? Como riam aqueles homens. Como tinham certezas. Como eram pragmáticos e seguros. Mas até os seguros se revelaram maus investimentos. Porto Alegre é demais. Mantém-se fiel ao mais ideológico dos fóruns, o da liberdade, cujo mundo idealizado se tornou repentinamente impossível. Pena que não pude acompanhar de dentro. Eu adoraria estar presente no Fórum da Liberdade para escutar as sessões de mea culpa. Imagino que todos tenham aproveitado para chicotear as costas em público e reconhecer os erros dos últimos 30 anos. A ideologia, sabemos, é cheia de astúcias. Tem mais astúcias do que a razão. Uma delas é considerar ideologia exclusivamente o pensamento dos outros. Essa é a grande astúcia da direita, que nem se chama de direita. As astúcias ideológicas, repito, estão por toda parte. Os adversários das cotas, por exemplo, em defesa de interesses particulares e de privilégios mantidos ao longo do tempo, recorrem a um universalismo abstrato como forma de tentar barrar uma necessidade muito concreta de reconhecimento das singularidades. Todo argumento é bom quando se trata de converter o particular em universal por conveniência.
O Fórum da Liberdade deu-se a liberdade de preconizar o Estado mínimo com o máximo de pretensão e uma gigantesca dose de minimalismo teórico. Deve ter acontecido uma sessão inteira apenas para explicar em bom português os bônus pagos, nos Estados Unidos, com dinheiro público, para executivos que fracassaram em iniciativas privadas de pouco risco para eles e de muita vertigem para contribuintes e governos. Como diz o outro, aqui se faz, aqui se paga. Com o dinheiro dos impostos. Haja impostos para pagar tudo o que foi feito e não pode ser desfeito para não romper contratos malfeitos. Eu perdi o melhor da festa. Queria tanto ter ouvido os ideólogos do neoliberalismo explicando o 'risco-Estados Unidos', a oferta de dinheiro do Luiz Inácio atrevido da Silva para o FMI, os bilhões saídos dos cofres públicos para salvar a lavoura neoliberal, as críticas de neoliberais de ontem à falta de regulamentação de hoje e, principalmente, teria amado ouvi-los comentar o retorno de Keynes, o economista desprezado na alta e suportado na baixa. É mais ou menos como a volta do Zorro e do Tonto. Que fazer sem eles? Sucumbir? O Zorro é o herói mascarado que evita a tragédia. Tem um preço. Tonto é o contribuinte.
[Como se bem notou, para o gaúcho (Busatto é só caricatura) é "Bush aqui, Obama lá".]
Marcadores: Dose pra mamute, Politics
quarta-feira, abril 01, 2009
Um dia, um grupo de palhaços do circo resolveu se rebelar. Perceberam que tudo aquilo que eles imaginavam bom era, na verdade, ruim, e que era necessário começar a mudar o panorama do circo. Botaram fogo no palco, engaiolaram o chefe dos palhaços e até o empresário que mandava em tudo. Após pouco tempo, o grupo de palhaços tradicionais passou a reagir: reivindicava as tradições do circo e como aquilo tudo estava correto. Não hesitava em usar as piadas que mais repudiava para defender o "old style". E assim ficaram os dois grupos: brigando entre si, enquanto a platéia assistia abismada a palhaçada.
NADA PODE SER MAIS ridículo do que a abordagem que a mídia vem concedendo às operações da Polícia Federal. De repente, a Revista Veja, Folha, Estadão e Globo viraram paladinos do Estado de Direito e passaram a defender com veemência as "garantias do indivíduo". Elas, que sempre repudiaram com veemência a "impunidade", os advogados proteladores e os juízes liberais. Nunca tinha visto essa mesma imprensa repudiar "práticas abusivas" quando se tratava dos subcidadãos que caem nas malhas do sistema penal apenas porque são agentes da "criminalidade tosca" [como diz ensina o mestre Zaffaroni].
Esses jornais e revistas bradam com indignação contra os abusos, desde que sejam contra indivíduos de "colarinho branco" -- no resto, segue tudo igual. Seu público, por sua vez, vem com algumas cartas cômicas, por exemplo uma que li esses dias: "então um cidadão pode ir preso apenas sendo suspeito de um delito?". Certamente a frase diz mais que apenas um erro; indica uma concepção de mundo. Esse mesmo indivíduo deve reclamar da "impunidade" quando o chinelão não vai preso imediatamente. O que acontece, então? É que o subcidadão não é cidadão. Leiamos novamente a pergunta: "então um cidadão pode ir preso apenas sendo suspeito de um delito?".
O cômico não pára por aí. Os ultra-conservadores da Veja que mordiam a jugular dos Nardoni e queriam a imediata prisão da pichadora do MASP, agora resolveram até analisar sentenças. Reclamaram do "excesso de verbos no condicional" na prisão cautelar. Tanta generosidade está ausente quando se tratar de decretação de prisão cautelar do traficante ou da prostituta que estão "incomodando os cidadãos de bem" na esquina. Pior: embora seja tecnicamente correto usar o condicional [presunção de inocência], o Tribunal parece que, lendo a argumentação do energúmeno, copiou-a para a decisão de soltura. Claro, os juízes também se identificam mais com empresários e banqueiros que com traficantes. Aqueles são "empreendedores", "dão empregos"; estes, são "monstros", "pervertidos".
A Veja brada desesperada: "não vamos levar a ruína dos pobres aos ricos!". Só que não parece nem um pouco interessada em evitar a ruína dos pobres. Ainda estou esperando uma reportagem sobre ladrões, traficantes e estelionatários cuja prisão preventiva foi decretada em violação ao "Estado de Direito". No fundo, ela apenas quer manter o sistema funcionando tal como estava programado: estado de exceção na vida nua, garantismo para o cidadão. Um dia as garantias chegam lá! -- Mas, até esse dia, é bom que "a Lei" valha para os ricos, que até ganham reportagens piedosas sobre as péssimas condições prisionais.
No STF, a coisa é mais complicada. A maioria ou a totalidade dos ministros, creio eu, segue uma visão garantista por convicção. O STF já provou isso ao conceder medidas como a progressão de regime para os hediondos. São juristas liberais. Como todos os liberais, no entanto, são caricatas engrenagens de um sistema formal que esconde suas funções ocultas, exercidas no mundo fático. Enquanto o STF e os garantistas comemoram a vedação do uso de algemas, o estado de exceção continua atuando inclemente - e alheio a qualquer norma, no vazio jurídico - sobre os corpos sem direitos. Essa é a tarefa trágica desses ministros que não podem ter outro papel que o de coadjuvantes do circo, auxiliares dos palhaços.
Completa a cena o outro lado do circo, os palhaços que resolveram jogar lenha na fogueira. São os idealistas da esquerda punitiva, muitos dos quais bem intencionados e preocupados com questões de justiça, mas sem perceber que trabalham para legitimar o sistema que é o maior reprodutor dessa injustiça. Eles tentam fazer uma jogada de mestre, jogando contra a mesma elite suja que utiliza as estratégias da exceção [violência policial, extermínio, campo de concentração] essas mesmas estratégias. Se superestimam. Superestimam o papel que pode desempenhar o Direito - e especialmente o penal! - no circo. O sistema penal é uma máquina genocida que trabalha para conter - mediante violência extrema - a parcela subcidadã que sai dos parâmetros de disciplina impostos pelo controle social.
O caos que vemos é apenas uma grande peça circense em que alguns palhaços botam fogo no circo, tentando fazer construir outro, e outros palhaços-bombeiros ficam tentando apagar o fogo -- não se importando em contar as piadas que tanto desprezavam antigamente. Enquanto isso, alheios às gargalhadas, milhares morrem do lado de fora.
Marcadores: Dose pra mamute, Garantismo, Politics, Processo Penal, Violência
sexta-feira, março 27, 2009
É exatamente esse argumento, e mais nenhum, que povoou um anti-comunismo e, mais tarde, um anti-welfarismo raivoso entranhado nas faixas populares, muitas vezes usado por governos autoritários de direita [do fascismo à nossa ditadura militar].Ócio remunerado
O discurso da esquerda é mais simpático, pois defende que o Estado deve prover as necessidades do cidadão.
Para que isto ocorra, tributa-se em demasia quem trabalha. Quem produz deseja construir seu patrimônio, coisa inaceitável para os parasitas do Estado que sonham com o ócio remunerado.
Felipe Nobre - Produtor rural – São Gabriel
Estou concordando com Rorty que as coisas são bem mais simples que parecem.
Marcadores: Dose pra mamute, Politics
segunda-feira, março 23, 2009
Marcadores: Dose pra mamute, Politics
quinta-feira, janeiro 22, 2009
Marcadores: Dose pra mamute, Garantismo, Mídia, Politics
segunda-feira, dezembro 15, 2008
Marcadores: Dose pra mamute, Politics
quinta-feira, outubro 09, 2008
Marcadores: Dose pra mamute
domingo, outubro 05, 2008
Marcadores: Dose pra mamute, poétique
quarta-feira, setembro 10, 2008
09/09/2008
Bush faz a festa do PT
Acredite. O presidente dos Estados Unidos, George Bush, provocou um clima de festa entre os petistas reunidos ontem para comemorar o aniversário de 200 anos do Ministério da Fazenda. Ministros, assessores e economistas ligados ao PT não se continham de felicidade ao comentar a decisão do norte-americano de soltar um megapacote de ajuda financeira de US$ 200 bilhões a duas instituições falidas do setor imobiliário. "Colocaram o último prego no caixão do neoliberalismo", era o que mais se ouvia nas rodinhas de conversas antes, durante e depois do evento realizado aqui em Brasília.
Dilma Rousseff, ministra da Casa Civil e a candidata presidencial do presidente Lula, fazia questão de dizer que os Estados Unidos nunca praticaram o neoliberalismo puro. Não só eles, mas também a Europa e Japão, afirmava ela, acrescentando que sempre recomendaram que os países em desenvolvimento seguissem essa receita econômica. Mais ou menos na linha façam o que digo, não façam o que faço. Ou, nas palavras literais da ministra, que defendeu a medida do governo norte-americano: "Essa história de neoliberalismo só vale para nós. Nunca houve neoliberalismo no mundo capitalista desenvolvido". A satisfação era tanta que havia petista fazendo uso de algo que sempre criticaram no passado para alfinetar os Estados Unidos. Foi o caso da economista Maria da Conceição Tavares. "Enterraram o neoliberalismo de uma maneira trágica.Custou uma fortuna. O nosso Proer foi mais baratinho", ironizou, recordando o programa lançado no governo Fernando Henrique Cardoso para socorrer bancos falidos. Programa semelhante ao lançado pelos Estados Unidos agora e tão bombardeado pelo PT naquela época no Brasil.Engraçado foi ouvir de petistas não só ironias, mas também elogios ao governo norte-americano. Na verdade, elogios irônicos. "É o pragmatismo responsável", destacou o ministro Guido Mantega (Fazenda), quando foi questionado sobre o socorro às duas gigantes do mercado imobiliário norte-americano. "Desmistifica a idéia de que mercados livres sempre levam ao melhor resultado", acrescentou o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa.
Nas rodinhas do evento, apesar dos comentários irônicos, todos defendiam a medida sob a justificativa de que seria um desastre para o mundo se as duas gigantes Fannie Mae e Freddie Mac quebrassem. É isso aí. Nada como um dia depois do outro. Ou melhor, nada como chegar ao poder depois de ter sido oposição. O que ontem era criticado aqui, hoje é elogiado ali. Não sem boas alfinetadas.
Valdo Cruz, 46, é repórter especial da Folha. Foi diretor-executivo da Sucursal de Brasília durante os dois mandatos de FHC e no primeiro de Lula. Ocupou a secretaria de redação da sucursal e atuou como repórter de economia. Escreve às terças.
Marcadores: Dose pra mamute, Mídia, Politics
quinta-feira, setembro 04, 2008
Marcadores: Dose pra mamute
quinta-feira, agosto 21, 2008
De um repórter do jogo, comentando a saída de Airton, meia do Flamengo:
- Os jogadores do Flamengo estão saindo extasiados de campo.
Marcadores: Dose pra mamute, Football
quinta-feira, agosto 07, 2008
Se eu nunca concordo com o Torre de Marfim em termos de política e assuntos conexos, pelo menos essa coluna eu posso dizer que assino embaixo.
Grandes parcerias
Na Livraria da Vila, eu descubro que Simone e Zélia Duncan lançaram um disco juntas, chamado Amigo é casa. O troço é a gravação de um show ocorrido no Parque do Ibirapuera. Horrorizado, me dou conta de que há pessoas que vão assistir Simone e Zélia Duncan cantarem ao vivo e outras que compram o CD das duas. Imagino o sujeito em casa ou no carro, ouvindo o CD e pensando:- Mas essa Simone canta bem mesmo, não? Eu gosto dela desde o tempo de Eu tô que tô.
- Não é que essa música ficou ótima na voz da Zélia Duncan?
- Ficou muito boa essa dupla. Acho que, para melhorar, só se elas convidarem a Ana Carolina para o próximo show.
Inspirado pelo disco de Simone e Zélia Duncan e pelo princípio estético de que o povo gosta de pão com merda, de preferência com pouco pão, idealizei um projeto musical que certamente fará sucesso no Brasil: promover shows e lançar uma coleção de discos com as piores duplas possíveis da história da música brasileira. Imagine o público que haveria para um encontro entre Oswaldo Montenegro e Guilherme Arantes? Terra Planeta Água e Condor já despontam como prováveis “músicas de trabalho” para tocar no rádio. Fagner e Elba Ramalho, se é que já não gravaram juntos, também seriam uma dupla de respeito, ao combinar a gralha do Nordeste com o sujeito da voz que parece o grito do porco no momento da castração. O problema é que talvez essa idéia já tenha sido adotada no Brasil. No sábado, no Multishow, eu vi um clipe em que NX Zero e Pitty cantam juntos. Aliás, o potencial do projeto Piores Parcerias talvez seja ainda maior no rock nacional do que na MPB. Embora seja difícil rivalizar com NX Zero e Pitty, acho que CPM 22 e Detonautas poderiam dar conta do recado, assim como Charlie Brown Jr. e Natiruts. Eu não sou saudosista e não levo rock nacional a sério, mas, perto dessas bandas de hoje, os grupos da época da minha adolescência pareciam formados por músicos sofisticados e poetas refinados. Como disse um amigo meu quando compáravamos a nova geração de debilóides com a geração dos anos 80, Renato Russo não era nenhum Rimbaud, mas pelo menos sabia quem foi Rimbaud
Marcadores: Dose pra mamute, Rocks
quarta-feira, julho 02, 2008
Marcadores: Dose pra mamute, Garantismo, Mídia, Politics, Violência, Φιλοσοφία
quarta-feira, junho 25, 2008
Marcadores: Dose pra mamute, Football, Mídia
Só a arte dá conta:

Marcadores: Dose pra mamute, Politics, Violência, Φιλοσοφία
segunda-feira, junho 23, 2008
Marcadores: Dose pra mamute, Garantismo, Politics, Violência
sexta-feira, junho 20, 2008
Marcadores: Dose pra mamute, Garantismo, Politics, Violência
quinta-feira, junho 19, 2008
18/06/2008 - 20h33
Família de mãe de Isabella nunca aprovou namoro com Alexandre
Publicidade
PAULO TOLEDO PIZA
Colaboração para a Folha Online
A avó materna de Isabella, Rosa Maria Cunha de Oliveira, disse que cheques devolvidos de Alexandre Nardoni, 29, aliado à suspeita sobre a fidelidade dele, levaram sua filha, a bancária Ana Carolina Oliveira, a romper de vez o relacionamento com o pai da criança.
Em depoimento que começou às 17h40 e terminou às 18h34 desta quarta-feira, a avó de Isabella disse ao juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri do Fórum de Santana, que sua família nunca aprovou o relacionamento de sua filha com Alexandre. "Ele falava muita gíria e não estudava", afirmou Rosa Maria, de acordo com a assessoria do TJ (Tribunal de Justiça).
Segundo Rosa Maria, o estopim para o término do relacionamento ocorreu quando a bancária descobriu que Alexandre tinha 75 cheques devolvidos.
"Não quero isso para minha vida", teria dito Ana Carolina para a mãe.
Rosa Maria afirmou ainda que ficou horrorizada quando a mãe de Alexandre, Maria Aparecida Nardoni, lhe contou que certa vez o filho jogou Pietro --filho dele com Anna Carolina Jatobá-- de uma certa altura, porque o garoto teria mordido a irmã.Ciúme
No depoimento, Maria Rosa revelou também que a mãe de Alexandre teria dito a ela que Jatobá sentia um ciúme doentio da mãe de Isabella. A avó materna acrescentou que sua filha só falava com a madrasta de Isabella por telefone e ressaltou que as duas nunca foram amigas. "Até porque, a Jatobá detestava minha filha". Por causa desses problemas de relacionamento, Maria Rosa disse que tanto a família Nardoni quanto a sua se preocupavam em deixar menina dormir na casa do pai.
O pai de Isabella e sua mulher são acusados pela morte da menina, que segundo a polícia foi jogada do sexto andar do prédio onde o casal morava, no dia 29 de março.
Retratação
Ao final da primeira hora de depoimento, Rosa Maria disse que se expressou mal à polícia durante o inquérito. Na ocasião ela afirmou que sua filha ficou doente porque havia terminado com Alexandre. Na verdade, segundo ela, queria dizer que Ana Oliveira teria adoecido devido a uma gastrite.
A avó materna de Isabella é a terceira testemunha ouvida hoje pelo juiz Maurício Fossen. Já prestaram depoimento Ana Carolina de Oliveira, mãe da criança, e o porteiro que trabalhava na noite em que a garota morreu, Valdomiro da Silva Veloso. O juiz dispensou o depoimento do marido de Rosa Maria, José Arcanjo de Oliveira, alegando que ele diria a mesma coisa que a mulher. A Promotoria acatou a decisão.
Marcadores: Dose pra mamute
